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Parada Afro-indígena: Com o sucesso do evento, Neabi promete segunda edição ainda este ano

Evento proporcinou maior contato com a cultura dos povos originários e negros

 

"Foi um evento contagiante, o público participou com entusiasmo das palestras, das oficinas, das rodas de conversa. Foram três turnos de aprendizado na diversidade. A presença de indígenas e de quilombolas em ações de socialização cultural, intercalada com a participação de palestrantes com vínculos acadêmicos, fez da Parada Afro-indígena um momento singular" - resume a coordenadora do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (Neabi) Maria Cristina Schefer.

Realizada no dia 11 de maio de 2017, a Parada Afro-indígena foi um dia letivo diferente, que teve o foco de promover o debate acerca das relações sociais com as comunidades indígenas e a população negra no Rio Grande do Sul. Foram três turnos dedicados à reflexão coletiva acerca da temática étnico-racial, estrategicamente pensado para acontecer entre duas importantes datas: o Dia do Índío, comemorado em 19 de abril, e a Abolição da Escravidão no Brasil, em 13 de maio.

Com três palestras, nove oficinas, cinedebate e mesa-redonda, a Parada proporcionou pensar sobre questões históricas, sociais, culturais e educacionais que envolvem os povos originários e quilombolas na região, entre as quais a presença e invisibilidade dos Guaranis Mbyá. Participaram do evento, líderes indígenas da região, como os caciques Cirilo e André (líder da retomada da área da Fepagro em Maquiné), o professor Sérgio Gimenez, da Aldeia Sol Nascente, e o representante Patachó Merong, do município de Erebango. Paulo Faber, coordenador do Neabi do Campus Canoas, mediou a roda de conversa com o grupo Guarani Mbyá e Patachó.

Para Claudino Andrighetto, diretor-geral do Campus Osório, a Parada Afro-indígena foi um evento bem organizado e executado que atingiu o seu objetivo: "Tenho certeza que as discussões fomentadas a partir da temática proporcionaram a todos refletir, o que contribui para o crescimento pessoal de cada um de nós.

Que venha a segunda parada!".

E a segunda edição do evento já tem até dia para acontecer: Será em 20 de novembro, Dia da Consciência Negra. "Com o diferencial de que será aberto para participação do público externo" - adianta Maria Cristina.

 

Galeria

Abertura da Parada Afro-indígena Professora Neusa Maria Carvalho falou sobre a Educação Guarani Mbyá em escola de Capivari Apresentação de danças tradicionais por crianças e jovens Guarani Mbyá de Maquiné Oficina trouxe a debate o tema Como é ser índio no litoral norte Atividade da oficina Corpo e Identidades afro-indígenas Cinedebate apresentou o documentário Atlântico Negro Palestra Diversidade, Educação e Escolarização, com o Prof. Iosvaldyr Junior, abriu a tarde Estudantes e servidores participaram das atividades nos três turnos Oficina A Literatura Indígena Brasileira: Primeiros Autores R"Congo: Cultura Negra em Porto Alegre foi tema de oficina Desenhos destacaram os números da violência contra mulheres indígenas e negras no país Profa. Estela Máris falou sobre a Identidade Negra desde à Educação Infantil Oficina de Ritmos afro-brasileiros foi procurada por esudantes e servidores Oficina Identidade do Negro, com Jaime Núncia, líder do movimento negro de Porto Alegre Oficina destacou a culinária afro-indígena Oficina ensinou a fazer as Bonecas Abayomi, símbolo de resistência tradição e poder

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